A nossa saúde auditiva depende da prevenção.

De acordo com pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), 9,7 milhões de brasileiros declaram ter deficiência auditiva. Esse tipo de deficiência já está entre as três mais comuns no Brasil, e os vários fatores que levam os números a esse nível vem sido muito discutidos pelos profissionais da saúde auditiva.

Como a urbanização e o fluxo de pessoas nas cidades tem sido cada vez mais acentuado, o trânsito intenso se transformou em algo desgastante à nossa saúde auditiva, se tornando um fator de estresse e até um caminho a doenças futuras, como a perda auditiva.

A poluição sonora presente nos grandes centros urbanos ocorre, principalmente, pelo ruído provocado pelo grande tráfego de veículos presente nas ruas e a exposição contínua a altos níveis desses ruídos acarreta uma perda gradativa da audição.

Assim, a frequente exposição aos barulhos no trânsito é um fator que merece atenção e muito cuidado. Nas ruas e rodovias de fluxo intenso, os ruídos podem atingir mais de 80 decibéis em horários de pico.

Em 70 decibéis, a pessoa está exposta a uma condição estressante e já sofre o risco de perda de audição a partir de 75 decibéis.

Com o objetivo de reduzir o impacto da poluição sonora no trânsito e melhorar a saúde auditiva das pessoas, a Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet) recomenda medidas como forma de amenizar os efeitos à nossa saúde auditiva.

Utilizar a buzina com moderação, manter o carro com a manutenção em dia e checar borrachas e vidraria, reduzem significativamente os níveis de ruídos.

No tempos atuais, quando o assunto é audição, todo atenção é pouca. O tema prevenção é fundamental para a nossa saúde auditiva.