Ser capaz de se comunicar com nossos familiares e a comunidade em que vivemos é parte indispensável de nossa atividade enquanto seres humanos.

Afinal, somos acima de tudo, seres sociáveis que dependem da interação com os pares de nossa espécie não apenas para a sobrevivência, mas também para o bem-estar psicológico e emocional.

Esse cenário de interdependência explica o porque das doenças e limitações relacionadas à nossa capacidade comunicativa – como deficiências auditivas, por exemplo, chegam comumente acompanhadas de mazelas como a depressão e a ansiedade.

Ao longo dos anos, a medicina e a tecnologia têm sido aliados importantes na manutenção da habilidade de se comunicar e, por conseguinte, na habilidade de exercer nossa ‘existência humana’ em sua integridade.

No âmbito das resoluções das questões auditivas, por exemplo, aparelhos auditivos de última geração propicia que pessoas que sofrem com limitações na audição – em seus mais diferentes graus, possam voltar a ouvir com clareza e sem incômodo graças a tecnologias que isolam ruídos externos e se encaixam de maneira anatômica.

Para os casos mais profundos, a otorrinolaringologia tem aperfeiçoado cada vez mais a técnica dos implantes cocleares – que por meio de cirurgias pouco invasivas devolvem ‘o som’ para pacientes com perdas significativas de audição.

É preciso, porém, quebrar a barreira da resistência e do preconceito. Diversas pessoas que sofrem com limitações auditivas ainda hesitam na hora de recorrer à uma tecnologia de auxílio e por medo ou ‘cabeça dura’ negligenciam momentos impagáveis de comunicação que poderiam estar vivendo com seus amigos e entes queridos.

Se você conhece alguém nessa situação, junte-se a nós nessa ‘corrente humanitária’ e nos ajude a fazê-la perceber que a tecnologia e a medicina está aqui – pronta pra ajuda-la a recuperar seus melhores momentos!